

Na nota fiscal apresentada constava que a mercadoria tinha saído do Mato Grosso com destino a São Paulo. "Após analisarmos as notas fiscais descobrimos que houve quebra de trânsito, ou seja, a rota de viagem era totalmente sem nexo com relação ao que estava descrito no documento fiscal. Se a mercadoria tinha saído do Mato Grosso com destino a SP não precisava ter passado em Marabá”, explica o coordenador da unidade fiscal de Carajás, Gustavo Bozola.

A apreensão teve apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que abordou os transportadores. “Tivemos também a colaboração da coordenação de mercadorias em trânsito de Belém, e comunicamos a apreensão para a Agência Nacional de Petróleo, ANP. Mais uma vez vimos como é importante o trabalho conjunto”, informou Bozola.