

Nessas operações, além dos fiscais da Semas, participaram integrantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves - órgãos da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará, coordenadora da Força Estadual de Combate ao Desmatamento.

O diretor de Fiscalização da Semas, Jorge Silveira, detalha a atuação da Operação Amazônia Viva. “A operação atua com atualização diária dos dados, consolidados pelo Centro Integrado de Monitoramento Ambiental (CIMAM) e age nos pontos de pressão da floresta, ajustando a logística de acordo com as informações recebidas atualizadas diariamente. O Estado emprega desde viaturas, helicópteros, drones e demais recursos disponíveis, para dar segurança e ampliar o alcance das ações”, avalia.

Os procedimentos administrativos envolveram oito autos de infração, sete termos de apreensão, cinco de depósito, quatro de embargo e dois de inutilização/destruição (acampamentos e gerador/retroescavadeira)
No município de São Félix do Xingu, foi confirmada uma área de 6.315,03 hectares desmatada, onde foram apreendidos motosserra, trator de esteira. Também foi flagrada a retirada ilícita de 4,945m³ de madeira em toras e 41 estacas, sem autorização ambiental, que foram destruídas. Também foram lavrados três autos de infração, termos de apreensão e de depósito, de destruição/inutilização e ainda dois Boletins de Ocorrências (BO), em procedimento da área policial.

Quatro eixos principais amparam o PEAA: na regularização fundiária e ambiental - Regulariza Pará ; no apoio e fomento aos produtores rurais e na recuperação de áreas degradadas - Territórios Sustentáveis; na captação de recursos para os projetos do Plano, Fundo Amazônia Oriental; e no combate aos crimes ambientais com a Força Estadual de Combate ao Desmatamento e aperfeiçoamento do Licenciamento Ambiental - Comando e Controle.