

Para otimizar o acolhimento do público-alvo, os profissionais de saúde da Faculdade Intercultural da Amazônia (Fiama) se dividiram em equipes e montaram postos em cada andar do prédio-sede da Seduc. No total, mais de 300 atendimentos foram realizados durante toda ação que foi organizada pela Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas (Sagep), por meio da Coordenação de Assistência ao Servidor (CAS).

A enfermeira da Seduc, Rita Terezinha Silva, disse que a iniciativa é de grande importância por auxiliar no diagnóstico precoce da doença e fornecer orientações básicas de saúde. “Esta ação possibilitou identificar pessoas com essa comorbidade e, dessa forma, fazendo com que elas possam iniciar o tratamento o quanto antes. Trouxemos profissionais que realizaram avaliações nutricionais, para o bem-estar alimentar, psicológico e a prática de atividades físicas. Portanto, vamos continuar realizando ações de saúde porque o nosso principal objetivo é promover mais qualidade de vida aos servidores da Seduc”, afirmou a especialista.

HIPERTENSÃO
Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão é caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial, acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio), popularmente conhecida como 14/9 – o primeiro número se refere à pressão máxima ou sistólica, que corresponde à contração do coração; o segundo, à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa.
A hipertensão arterial pode ser primária, quando geneticamente determinada ou secundária, quando decorrente de outros problemas de saúde, como doenças renais, da tireóide ou das suprarrenais. Os principais sintomas da doença são: tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão, entretanto, a hipertensão geralmente é silenciosa, sendo importante medir regularmente a pressão arterial.
A hipertensão, na grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, com mudança de hábitos alimentares, redução no consumo de sal, atividade física regular, não fumar, moderar o consumo de álcool, entre outros.
Texto em colaboração com Wavá Bandeira (Ascom/Seduc)